
...certo! Às vezes me desconcentro e me desconserto. Ah! Se você pudesse me ver de perto...
Acho que às vezes também me adianto, e me pergunto o quanto.
Quanto de tempo eu gastaria, quantas palavras escreveria, se outra paixão eu viveria, se João encontrasse outra Maria.
Quanto de lágrimas eu derramaria, quanto mais eu esperaria, pra quem morreu um ano, o que é mais um dia?
Quantos sorrisos diferentes eu veria, quantas pessoas eu estranharia. Quanto dinheiro eu gastaria, será que pelos mesmos caminhos eu passaria?
Quantas coisas eu pensaria, “o que é que mais te agradaria”. Posso até me exibir um pouco, mas ninguém gostaria, não sou nada, sou mixaria.
Em outra mentira, não acreditaria. Pois essa sim me mataria. Entraria em outra roubada, entraria em outra fria.
Tantas perguntas, que se eu esperasse ninguém me responderia, minha segunda chance, minha última chance, quando ela viria?
Nunca desisti, e nunca desistiria, mais uma vez, essa é minha carta aberta, minha gritaria. É você a pessoa certa? A que me salvaria?
Acho que às vezes também me adianto, e me pergunto o quanto.
Quanto de tempo eu gastaria, quantas palavras escreveria, se outra paixão eu viveria, se João encontrasse outra Maria.
Quanto de lágrimas eu derramaria, quanto mais eu esperaria, pra quem morreu um ano, o que é mais um dia?
Quantos sorrisos diferentes eu veria, quantas pessoas eu estranharia. Quanto dinheiro eu gastaria, será que pelos mesmos caminhos eu passaria?
Quantas coisas eu pensaria, “o que é que mais te agradaria”. Posso até me exibir um pouco, mas ninguém gostaria, não sou nada, sou mixaria.
Em outra mentira, não acreditaria. Pois essa sim me mataria. Entraria em outra roubada, entraria em outra fria.
Tantas perguntas, que se eu esperasse ninguém me responderia, minha segunda chance, minha última chance, quando ela viria?
Nunca desisti, e nunca desistiria, mais uma vez, essa é minha carta aberta, minha gritaria. É você a pessoa certa? A que me salvaria?
