Não existem remédios de álcool que curem a minha sobriedade
Nem remédios da sua presença que acabem com essa saudade
Não tomo pílulas de frio para ter o calor dos seus abraços
E fico sem as aspirinas do seu rosto para me lembrar dos seus finos traços
Não conheço remédios que guardem a chuva em dias doentes de verão
Também não conheço a sua vida fulminante que me acelera o coração
Não existem remédios sabor de mel para a doce presença de uma mulher
Mas existem remédios de chocolate só porque ela quer
segunda-feira, 15 de março de 2010
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